domingo, 11 de novembro de 2018

Cubo de Produção de Texto

Cubos:












Caixa de produção de texto

Fichas 






















Atividades de interpretação de texto para o 3º ano Ensino fundamental I (com respostas)

A princesa e a ervilha

Era uma vez um príncipe. Ele desejava ter uma princesa, mas uma que fosse princesa de verdade. Por isso viajou pelo mundo todo à procura de uma assim, mas sempre havia alguma coisa de errado. Não faltavam princesas em toda parte, mas ele nunca conseguia ter certeza de que eram verdadeiras princesas. Havia sempre alguma coisa que não estava muito certa. Ele voltou para casa triste e abatido, pois decidira em seu coração casar-se com uma princesa real.
Uma noite, uma tempestade terrível desabou sobre o reino. Raios chispavam, trovões roncavam e chovia a cântaros – realmente pavoroso! Inesperadamente, ouviu-se uma batida no portão da cidade, e o rei em pessoa foi abri-lo. Havia princesa parada lá fora. Mas valha-me Deus! Que figura ela era debaixo daquele aguaceiro, sob um tempo daqueles! A água escorria pelo cabelo e suas roupas. Jorrava pelas pontas dos sapatos e entrava de novo pelos calcanhares. E, mesmo assim, ela insistiu que era uma verdadeira princesa.
“Bem, isso é o que vamos ver, daqui a pouco!”, pensou a rainha. Não disse uma palavra, mas foi direto ao quarto, desfez a cama toda e pôs uma ervilha sobre o estrado. Sobre a ervilha empilhou vinte colchões e depois estendeu mais vinte edredons dos mais fofos por cima dos colchões. Foi ali que a princesa dormiu aquela noite.
De manhã, todos perguntaram como ela havia dormido. “Ah!, pessimamente!”, respondeu a princesa. “Mal consegui pregar o olho a noite inteira! Sabe Deus o que havia naquela cama! Era uma coisa tão dura que fiquei toda cheia de manchas pretas e azuis. É realmente medonho.
Então, é claro, todos puderam ver que era realmente uma princesa, porque tinha sentido a ervilha através de vinte colchões e vinte edredons. Só uma princesa verdadeira podia ter a pele assim tão sensível.
Diante disso o príncipe se casou com ela, pois agora sabia que tinha uma princesa de verdade. E a ervilha foi enviada para um museu, onde está em exibição até hoje, a menos que alguém a tenha roubado.
Pronto. É um bom arremedo de história, não é?

Contos de Fadas de Perrault, Grimm, Anderson e outros.
Tradução de Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Zahar, 2010. p. 247-248.


Vocabulário

chispavam: caíam com faíscas.
a cântaros: em grande quantidade.
estrado: parte da cama que fica embaixo do colchão.
medonho: horrível.
arremedoreprodução, versão.


Interpretação do texto

11- O conto "A princesa e a ervilha" apresenta personagens, tempo e espaço que geralmente estão presentes nas histórias imaginadas. Responda:
a)  Quem são os personagens da história?
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b) Essa história se passa em um tempo indeterminado, isto é, que não se sabe quando foi. Copie a expressão que comprova isso.

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c) Copie do texto outras palavras ou expressões que indiquem tempo.

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d) Espaço é o lugar onde a história se passa. Onde essa história se passou?
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Além de personagenstempo e espaço, nesse conto há alguém que conta a história: o narrador.

2- Releia o trecho a seguir. Pinte de amarelo a fala ou pensamento do personagem e circule de azul a fala de quem conta a história - o narrador.

Uma noite, uma tempestade terrível desabou sobre o reino.

Havia uma princesa parada lá fora.

E, mesmo assim, ela insistiu que era uma verdadeira princesa.

"Bem, isso é o que vamos ver, daqui a pouco!"

"Ah, pessimamente!"


23-    Leia as frases e numere-as na ordem em que os fatos ocorreram.

Como ninguém acreditou que a moça era uma princesa, a rainha fez um teste colocando um grão de ervilha na cama em que a moça dormiria naquela noite.

O príncipe e a princesa se casaram e guardaram o grão de ervilha no museu do palácio.


Era uma vez um príncipe que estava à procura de uma noiva porque queria se casar.

Então, durante uma tempestade, bateu no portão da cidade uma moça toda molhada dizendo ser uma princesa.

A moça provou ser uma princesa verdadeira, porque foi capaz de sentir o grão de ervilha e não conseguia dormir.


34-    Por que o príncipe não encontrava uma noiva?
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45- Conversem: Por que a rainha colocou um grão de ervilha na cama da moça?
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   6- Ligue o nome de cada personagem à fala correspondente.

7- Observe que as falas dos personagens não trazem travessão no início. Pinte, na atividade anterior, os sinais que foram usados para destacar as falas. Esse sinal é outro modo de iniciar a fala dos personagens. Qual é o nome desse sinal?  ____________________________
8- O conto que você leu está organizado em momentos, em partes. Cada uma dessas partes do conto tem um nome. Observe a palavra ou expressão destacadas destacadas a seguir.
ligue a parte ao nome correspondente.

Respostas: 
















quinta-feira, 28 de junho de 2018

Como baixar fonte de letra cursiva de maneira super simples !

Galera aprende a baixar a tão famosa e necessária letra cursiva pra nós professores e resolver então ensinar, pois sei que muitas colegas assim como eu já tentaram e não conseguiram obter sucesso, mas desta vez dará tudo certinho!!!!!

Este é o site: https://www.dafont.com/pt/search.php?q=mamae

siga os passos !






quinta-feira, 3 de maio de 2018

Plano de aula de Arte

Linguagem Plástica

A linguagem plástica é um dos meios de comunicação que dispomos para expressar tudo o que sabemos sobre o mundo que nos rodeia e também para expressar o sobre o mundo interior e imaginário dentro de nós.
Através da linguagem plástica podemos descrever experiências, pensamentos, sentimentos… Usando esses elementos conceituais e visuais que nos permitem definir a diversidade de formas e representá-los, bem como para definir imagens, ao mesmo tempo, que desenvolvemos a nossa sensibilidade, criatividade e inteligência artística.
A linguagem plástica desempenha um papel central no processo de crescimento e aprendizagem do ser humano, através, da exploração e experimentação destes elementos, materiais e várias técnicas, descobrindo novas formas de comunicar e expressar, através do nosso próprio potencial criativo. Ao mesmo tempo, melhoramos o desenvolvimento da imaginação, da criatividade e a inteligência emocional; e incentivamos o pensamento crítico visual e social.

Plano de Aula 
Arte com a obra de Joan Miró

A escolha de uma reprodução do artista espanhol Joan Miró (1893-1983) para essa atividade se dá na beleza, no colorido e na espontaneidade das figuras que compõe a composição feita pelo artista, levando o observador a um ambiente mágico, provocando encantamento e ao mesmo tempo estranhamento. Essas características de seu trabalho se dão pela grande influência do movimento surrealista no conjunto de sua obra. O Surrealismo teve origem na França, nos anos 1920, seu propósito era que os artistas pudessem lidar com questões como a interpretação dos sonhos, desenvolvendo assim uma forma de pintar que levava o espectador a um mundo estranho e fantasioso.


Objetivo(s) 

Incentivar as crianças a se envolverem com a Arte, por meio de releituras de trabalhos de artista.
Apreciar arte (análise da obra de arte) desenvolvendo a habilidade de ver e descobrir a a obra de arte e o mundo visual que o cerca.
Levar o aluno a discutir sobre processo de trabalho com os próprios colegas.
Desenvolvimento da observação e criatividade.
Exploração das possibilidades e conteúdos sugeridos pela obra do artista escolhido

 Conteúdo(s) 

- Composição Artística 
- Desenho e pintura 
- Leitura de obras de Joan Miró

  
Ano (s): 1º, 2º, 3º, 4º
 Tempo estimado:2 aula
Material necessário: 

·         Reprodução da obra de Joan Miró e a imagem deve ser fotocopiada em tamanho A4 (tamanho da folha de sulfite), em cores.
·         Sugestões : "A Mulher e o Gato" e "Mulheres, pássaro ao luar"
·         Cartolina
·         Papel oficio
·         Lápis de cor
·         Giz de cera
·         Canetas hidrográficas coloridas
·         Cola
·         Canudo
·         Tinta guache

Desenvolvimento 

1ª etapa O quadro mais bonito do mundo

Distribuir pela sala as manchas, de amarelo, de azul, de vermelho, de preto e de verde.
Questionar se notarão algo diferente
Explicar que são as manchas selvagens, frescas e cheias de vontade de manchar e que tinha sido aprisionadas pelo pintor Joan Miró no seu estúdio branco e elas moviam-se nervosas naquele espaço.

 

Contar a história "O quadro mais bonito do mundo


Miró andava à caça de cinco manchas coloridas selvagens no seu estúdio.
Então bateu com o chicote e elas ficaram com outras formas. Chicotou outra vez e as manchas dançaram a dança da gelatina.
Entretanto Miró foi almoçar e as cinco cores aproveitaram para fugir: passaram pelo jardim e foram até ao cais e embarcaram num barco, deixando marcas coloridas.
Miró descobriu. Vestiu-se à marinheiro e seguiu-as até Barcelona onde pintaram tudo o que encontravam à sua volta, até as pessoas. 
Quando Miró desembarcou havia uma multidão à sua espera e, então, ele explicou que estava numa fase de criação, e todos perceberam.
Aí Miró vestiu um fato de recuperar manchas. Entrou num helicóptero e quando as cores chegaram ao ponto de vista de Miró, então raptou-as. 
Colocou-as no seu estojo de pintura pendurado pelo helicóptero.
Finalmente, chegou a casa, vestiu-se à poeta, e sonhou que tinha pintado o quadro mais bonito do mundo com aquelas cinco manchas, coloridas, selvagens.

Atividades:

Após a leitura do livro, falar sobre a vida de Joan Miró.
Através da pintura de sopro e com as 5 manchas de tinta de Miró propor aos alunos a criarem os quadros mais bonitos do mundo.
 O que sairá da criatividade da turma?
 Arte, certamente!

2º etapa: Intervenções na obra de Joan Miró

Vamos começar a pintar Miró!
Prepare a sala com antecedência, distribua pelas paredes reproduções de obras de Joan Miró.
Quando a turma chegar na sala de aula, peça que andem pela classe e olhe as obras de arte com atenção, motive-os a apreciar as imagens dando um tempo para isso.
Depois converse com a turma sobre o que gostam ou não, sobre sentimentos e sensações ou mesmo relacionam com algum fato ocorrido na vida deles, faça perguntas que estimulem a percepção da linguagem visual e estética, como os elementos formais, sua configuração espacial, os materiais utilizados, a textura e o suporte. Deixe que eles expressem suas interpretações e emoções. Se possível, exponha outras obras que tratem do mesmo tema para fazer. Depois elabore uma lista com o que todos enxergaram e faça comparações.
Separar os alunos da classe em grupos de no máximo quatro componentes. Explique os critérios para o desenvolvimento do trabalho em grupo, fale sobre as divisões das tarefas, a conversa inicial para que todos entrem em um consenso sobre como irão desenvolver a tarefa, o respeito para com as opiniões dos integrantes e por fim, na divisão e desenvolvimento, cada um respeitando suas vontades e afinidades.
Sobre a intervenção: O educador vai orientar seu aluno para que desenvolva sua composição artística a partir da obra escolhida, ou seja, ele vai dar continuidade aos desenhos e pinturas já feitos, interferindo com o material sugerido com desenhos e idéias, colorindo e contribuindo para a transformação daquela obra em outra.
Distribua para cada grupo junto com uma cartolina as obras de arte. Cada grupo cola sua imagem no meio da cartolina. Pronto; o suporte já esta preparado para as intervenções. Agora cada grupo deve usar a criatividade e os recursos das técnicas escolhidas (lápis de cor, giz de cera, grafite) para que os desenhos coloridos de Miró se confundam e se misturem com os de seus alunos, modificando livremente os estilos e transformando a imagem em outro trabalho. Dessa vez um trabalho coletivo.

Para finalizar, conversar com os alunos sobre os resultados plásticos dos trabalhos de cada grupo.







Referências:
Plano de aula adaptado para a turma do 3º ano do Ensino fundamental l
O original se encontra no site: https://novaescola.org.br/conteudo/6301/intervencoes-na-obra-de-joan-miro/criado por Luiz Antonio Mendonça
http://knoow.net/arteseletras/literatura/linguagem-plastica/