quinta-feira, 3 de julho de 2014

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Coleção Amigos Especiais

A coleção Amigos Especiais procura valorizar a diversidade e as diferenças, mostrando às crianças que todos nós, de alguma forma, somos pessoas diferentes. Nossa história de vida, nossos valores, nossos hábitos e o meio em que vivemos nos transformam em pessoas únicas e especiais. Por isso, devemos tratar a todos com o mesmo respeito que gostaríamos de receber, independentemente de nossas capacidades e de nosso talento.
Menino genial
Autor(a): Keyla Ferrari
Assunto: Amizade, cidadania, necessidades especiais e voluntariado
Descrição: Aceitar as diferenças com muito amor é uma das mensagens retratadas no livro Um menino genial, da autora Keyla Ferrari. Trata-se de uma história que pode acontecer com qualquer família. Maria Clara, uma menina de 11 anos, sonhava em ter um irmãozinho. Um dia, finalmente, seu desejo é realizado e nasce Artur, um menino muito especial. O livro procura mostrar que somos todos diferentes e, por isso, não devemos ter preconceitos e julgar, criticar ou discriminar alguém por ser diferente das outras pessoas.
Sugestões:
Atividades 1: 1ºmomento: Visita pela Biblioteca e explicação do funcionamento de cada setor. 2ºmomento: Apresentação do livro. 3ºmomento: Narração da história e apresentação das ilustrações. 4º momento: Converrsa sobre o tema tratado na história. 5º momento: Atividades complemetares: desenhos , brincadeiras e jogos.
Atividades 2: Leitura do livro; interpretação do texto, confrontando- o com a realidade em que vivem; desenhos; frases e confecção de cartazes. Produção de textos e exposição; encenações e teatros. Visita à uma família que tem um filho com síndrome de down. Socialização com os alunos.

Diogo e Olívia
Autor(a): Patrícia Secco
Assunto: amizade, cidadania, necessidades especiais e voluntariado
Descrição: Durante as férias, dois amigos descobrem, um com o outro, os hábitos da vida saudável, como comer melhor, a importância dos exercícios físicos e os horários ideais para fazê-los, como cuidar da pele, etc. No livro de atividades, as crianças, além de aprender sobre o tema, também podem colorir as ilustrações. Os direitos desta obra foram doados, pela autora, à Fundação Sobeccan.
Sugestão: 
Atividades: Leitura da história; socialização; desenho livre; álbum de fotografia, com o objetivo de registrar os momentos do projeto.

Felicidade das borboletas
Autor(a): Patrícia Secco
Assunto: Amizade, cidadania, necessidades especiais e voluntariado
Descrição: Marcela é uma menina especial que a cada dia desenvolve novas habilidades. Ela é cega, mas explica como é enxergar a felicidade com o coração.
Sugestões: 
Atividades 1: Foi feito uma contação de histórias para o dia do neto, onde participaram 20 (vinte) idosos e seus netos. Após a leitura foram lançadas as perguntas: o que é ser especial? O que nos torna especial? Depois da roda de conversa, houve um momento de carinho e afetividade com a dinâmica do fechar os olhos e se imaginar deficiente visual, e enxergar a partir do toque. Os idosos acariciaram os seus netos e em seguida os netos acariciaram seus avós.
Atividades 2: Leitura dos livros; pesquisa sobre vida e obra dos autores; dinâmicas e jogos, usando os personagens que conheceram; criação de histórias diferentes; desenhos sobre os livros, confecção e montagem de painel e elaboração de depoimentos sobre os livros e autores.
Atividades 3: A história foi contada por uma borboleta (caracterização) com os alunos de olhos vendados. Em seguida pedimos que descrevessem a sensação que tiveram com a venda nos olhos, ouvindo somente os sons. Foi ressaltada a importância de cada um dos sentidos do nosso corpo e como podemos superar a perde de um deles. Foi feita a brincadeira "caixa dos sentidos" onde as crianças adivinharam os objetos que estavam dentro da caixa e puderam vivenciar a experiência da personagem da história.

Grande dia
Autor(a): Patrícia Secco
 Assunto: Amizade, cidadania, necessidades especiais e voluntariado
Descrição: Rodrigo é um garoto especial. É um cadeirante, mas isso não o impede de participar do jogo de futebol.

João, preste atenção!
Autor(a): Patrícia Secco
Assunto: Amizade, cidadania, necessidades especiais e voluntariado
Descrição: O pequeno João descobre que tem dislexia. Todos os seus amigos e familiares vão ajudá-lo, fazendo com que se sinta capaz de fazer muitas coisas.
Sugestão: 
Atividades: Escolha e leitura do livro “João Preste Atenção”; comentário sobre o que entenderam e o que acharam de melhor na história; desenho livre do que mais gostaram de ouvir da história; roda de leitura livre com as crianças; comentário descontraído das histórias escolhidas; desenho espontâneo sobre as histórias lidas ou comentadas por eles; culminância “Álbum de fotografia ”: fotos dos momentos realizados pela oficina; parte integrante do Projeto Família-Escola; entrega dos livros infantis doados pela Fundação Educar DPaschoal para as crianças participantes da oficina; o restante dos livros foram doados à biblioteca da escola para o benefício de todos os alunos da unidade escolar.

Juliana pra lá de bacana
Autor(a): Cláudia Cotes
Assunto: Amizade, cidadania, necessidades especiais e voluntariado
Descrição: Este livro nasce de um pedido de uma poetisa de 13 anos, paciente do Hospital Infantil Boldrini. Juliana era uma menina sensível e muito feliz, apesar das privações que a doença lhe causava. Através de sua poesia, muitas crianças e adultos podem aprender a valorizar as coisas simples da vida.
Sugestão: 
Atividades: O LIVRO ESCOLHIDO FOI TRABALHADO NAS RODAS DE LEITURA, SENDO CONTADO EM CAPÍTULOS E A CADA CAPÍTULO O PROFESSOR DA TURMA DESENVOLVIA UMA ATIVIDADE, ENFATIZANDO OS VALORES. AO FINAL DA CONTAÇÃO, CADA TURMA ESCOLHEU UM POEMA PARA REALIZAR A CULMINÂNCIA DO PROJETO. NA CULMINÂNCIA COM A PRESENÇA DOS PAIS, OS ALUNOS APRESENTARAM DRAMATIZAÇÕES, DECLAMAÇÕES DE POESIAS DO LIVRO, JOGRAL, ATIVIDADES PLÁSTICAS (PINTURAS, DESENHOS, DOBRADURAS) E MÚSICAS.
Voz da estrela
Autor(a): Cláudia Cotes
Assunto: Amizade, cidadania, necessidades especiais e voluntariado
Descrição: Uma história nascida de uma parceria entre a Fundação Educar e a Associação Viva Cazuza, que fala sobre o preconceito e a falta de informação sobre a aids e como isso pode comprometer o desenvolvimento e a felicidade de uma criança.

Casa amarela
Autor(a): Keyla Ferrari
Assunto: Amizade, cidadania, necessidades especiais e voluntariado
Descrição: O livro conta a história de uma família que reside numa casa amarela e tem um filho chamado Cauã. Os pais do garoto vivem tristes e angustiados, pois o filho tem dificuldade em se comunicar com eles e com o mundo. Até que um dia, na escola de Cauã, um mímico se apresenta e a professora percebe a interação do menino com ele. Como esta história vai mudar?
Atividades 1: Apresentação da história através de questionamentos, levando em consideração os conhecimentos e experiências dos alunos sobre o assunto. Os alunos acompanharam a leitura do livro em mãos, sendo utilizado como recurso as ilustrações ampliadas. Confecção de um varal deixado na sala de aula. Música com sinais: alfabeto da Xuxa; atividades de mímica e atividades para executar ações utilizando placas de orientações.
Atividades 2: Leitura compartilhada; interpretação da história; transformação para história em quadrinhos e palestra com um deficiente visual.

Menino genial
Autor(a): Keyla Ferrari
Assunto: Amizade, cidadania, necessidades especiais e voluntariado

Descrição: Aceitar as diferenças com muito amor é uma das mensagens retratadas no livro Um menino genial, da autora Keyla Ferrari. Trata-se de uma história que pode acontecer com qualquer família. Maria Clara, uma menina de 11 anos, sonhava em ter um irmãozinho. Um dia, finalmente, seu desejo é realizado e nasce Artur, um menino muito especial. O livro procura mostrar que somos todos diferentes e, por isso, não devemos ter preconceitos e julgar, criticar ou discriminar alguém por ser diferente das outras pessoas.
Atividades 1: 1ºmomento: Visita pela Biblioteca e explicação do funcionamento de cada setor. 2ºmomento: Apresentação do livro. 3ºmomento: Narração da história e apresentação das ilustrações. 4º momento: Conversa sobre o tema tratado na história. 5º momento: Atividades complementares: desenhos , brincadeiras e jogos.
Atividades 2: Leitura do livro; interpretação do texto, confrontando- o com a realidade em que vivem; desenhos; frases e confecção de cartazes. Produção de textos e exposição; encenações e teatros. Visita à uma família que tem um filho com síndrome de down. Socialização com os alunos.

Bicho-carpinteiro
Autor(a): Cláudia Cotes

Assunto: hiperatividade, arte, criatividade.

Descrição: Rafael tem muita energia para brincar e não consegue ficar parado nem um minuto. A escola, os pais e alguns profissionais ajudam o menino a descobrir na Arte, um modo de extravasar toda a criatividade e a se desenvolver. O talento dele agrada muita gente e nos ensina algumas lições.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Pequenos artistas (nova escola)




Chega de casinhas com chaminés. A criatividade aparece quando você investe no trabalho com desenhos na creche e na pré-escola

Fonte:

Quando eu tinha 15 anos, sabia desenhar como Rafael, mas precisei de uma vida inteira para aprender a desenhar como as crianças." A frase do artista espanhol Pablo Picasso (1881-1973) - referindo-se ao pintor renascentista Rafael Sanzio (1483-1520) - demonstra a importância de valorizar a riqueza artística nata dos pequenos. "É comum a idéia de que o desenho é uma ação espontânea da criança e que, portanto, não precisa ser desenvolvido", afirma a psicóloga Mônica Cintrão, da Universidade Paulista, em São Paulo. Num outro extremo está o uso de figuras infantilizadas produzidas por adultos, como elefantes com lacinhos, reduzindo o aprendizado em Artes a atividades de colorir.

O resultado dessa prática aparece desde o início do Ensino Fundamental. Muitas crianças afirmam que não sabem desenhar. Na hora da atividade, apresentam trabalhos estereotipados, traçando casinhas com chaminé e árvore no jardim, montanha com sol poente, gaivotas e homens-palito. Esses mesmos desenhos vão segui-las pela vida toda.
No livro Arte na Sala de Aula, Rosa Iavelbeg, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, aponta que os desenhistas têm idéias próprias sobre o que fazer e são elas que regem suas ações e interpretações. O desenho não é simplesmente a representação do mundo visível, mas uma linguagem com características próprias, que envolve decisões individuais e de culturas coletivas. "Ao ter isso em mente, o professor evita enquadrar os estudantes em visões parciais e deformadas sobre os atos de desenhar e de ler desenhos."

Quando o desenho é desenvolvido na Educação Infantil (leia o quadro nesta página), não ocorre o empobrecimento do grafismo, que, de acordo com alguns autores, se dá a partir dos 9 anos. O "cultivo" envolve informação e intervenção do professor e a interação do aluno com a produção dos colegas, com o meio natural e cultural e com a prática de artistas.

Atividades desse tipo têm lugar no Centro de Educação Infantil Gente Miúda, em Curitiba, e na EMEI Papa João Paulo II e no Instituto de Educação Santiago de Compostela, ambos em São Paulo. A professora Rosângela Barbosa Ferreira de Medeiros, da João Paulo II, planeja seu trabalho de forma que os alunos desconstruam o mito de que não sabem desenhar. "Quero que valorizem suas idéias e que não se submetam ao desenho figurativo só para agradar ao adulto."

De acordo com Rosa Iavelberg, cabe ao professor articular as práticas das crianças ao valor da arte na vida e na sociedade, às técnicas existentes e ao conceito de desenho. Para isso, Mônica Cintrão defende a importância de conhecer as transformações do desenho infantil (leia o item As etapas do grafismo). Essas informações ajudam a avaliar e a planejar as intervenções que devem ser feitas durante todo o ano letivo.

Diferentes materiais
Para agir de forma produtiva, o professor precisa ter consciência sobre o que os pequenos devem aprender. Assim, pode se guiar pelas fases dos desenhos e pelas práticas criativas das crianças. Para começar, é importante ampliar o conceito de desenho. "Ele não é uma linha de contorno que representa um objeto. É ação sobre uma superfície que produz algo para ser visto", explica Rosa.
Durante as aulas, é preciso criar constantemente situações em que a criança desenhe sobre o tema que quiser e experimente vários materiais - lápis, tinta, giz de cera, carvão - e diversos suportes - papel, chão, areia, parede...
A avaliação dos trabalhos também vai determinar a evolução das futuras produções artísiticas. Por isso, é necessário valorizar o desenho de todos e dialogar com os alunos sem impor o juízo estético adulto. Perguntar "o que é isso?" aos pequenos ou pedir que eles contem a história do desenho não é recomendável. "Isso induz a criança a tentar interpretar o desenho e a dar nome a traços que não foram feitos com a preocupação de serem nomeados. É preferível pedir que a criança fale do seu trabalho", diz Rosa.
Guarde as produções de cada estudante numa pasta e retome-as depois numa roda de apreciação. "Não importa se faz tempo que o desenho foi produzido. Mostrá-lo cria referência de que ele foi feito por alguém e pertence a um conjunto de obras", explica Rosa. Tudo isso contribui para a turma deslanchar e começar a elaborar traços mais criativos e bem compostos. Para que o trabalho tenha sucesso, é importante envolver os pais. É comum eles quererem ver as tais figuras desenhadas por adultos e coloridas pelos filhos na pasta de atividades no final do bimestre. Por isso, na próxima reunião, explique a importância do desenvolvimento criativo.

                                                  Mundo colorido



Foto: Reprodução
Crianças de 4 anos geralmente já têm noção de espaço e desenham dentro do limite da folha, mas ainda não estabelecem uma escala de tamanho nem conhecem bem as cores. Uma árvore inteira pode ser pintada de verde e ser do tamanho de uma flor.

Para que os pequenos ampliem seu universo pictórico e percebam a diversidade de tons, formas e tamanhos, Nilciane Azamor Souza, professora da escola Gente Miúda, os leva para o parque. "Peço que prestem atenção nos detalhes das folhas, das flores, do tronco e da raiz e no tamanho da árvore em relação a outras plantas." Em classe, ela sugere que eles lembrem do que foi visto e pintem com guache e pincel.

Isso estimula a capacidade de reproduzir o que viram e permite perceber que o material e o suporte influenciam o desenho.

O que se vê

Foto: Reprodução

Estimulada pela professora Rosângela, a turma de 5 anos da Escola Papa João Paulo II desenvolve a percepção eo desenho dos detalhes do rosto. Tocando-se, os pequenos vão percebendo a textura dos cílios, o contorno da boca, o traçado das sobrancelhas e as curvas das orelhas. Eles também observam a própria imagem no espelho e capricham nos detalhes ao desenhar cada uma dessas partes do rosto. Na hora de fazer o desenho de observação, um colega vira modelo ao se colocar dentro de uma moldura. Atento à representação que os colegas fazem dele, alerta que está faltando a orelha, que seu nariz não é assim etc. Um intervém no desenho do outro e, nessa troca, todos aprendem.
Teoria
As etapas do grafismo*
As fases a seguir se sucedem, mas a idade em que elas se manifestam varia
 
                                                 De 2 a 4 anos - Garatuja 
 Desordenada - Movimentos amplos e aleatórios que não respeitam o limite da folha.
Ordenada - Os rabiscos seguem o limite do papel.

Foto: Reprodução

                               Nomeada - Os rabiscos ganham nome: papai, nenê, mamãe.

Foto: Reprodução

                                                  De 4 a 6 anos - Pré-esquema
Boneco girino - Tem início o desenho da figura humana, com braços e pernas que saem da cabeça. Mais adiante, os membros saem do corpo.

Exagero - Não há proporção nem perspectiva. As figuras são grandes ou pequenas demais.

Omissão - Faltam partes do corpo ou do rosto. Um braço pode ser mais comprido que o outro.

Justaposição - As figuras são misturadas na folha, sem linha de base (chão e céu). Não há organização espacial. O sol pode surgir na parte de baixo.

Foto: Reprodução
*de acordo com Viktor Lowenfeld (1947-1977)

Fonte: Avaliação Escolar do Desenho Infantil: Uma Proposta de critérios Para Análise, tese de Mônica Cintrão

                                                             Garatujas
No início do ano, as turmas da escola Santiago de Compostela que completam 2 anos no período letivo desenham garatujas desordenadas e rabiscos aleatórios que extrapolam o limite do papel. Todos os dias, durante dois meses, a professora Beatriz Massini Tartalho incentiva a prática do desenho com lápis de cor e grafite, giz de cera e caneta hidrocor. Desenhando e observando o trabalho dos colegas, a criança percebe o limite da folha e ordena as garatujas. "Quando o tema é livre, os pequenos fazem movimentos ampols e desordenados, sem pensar na figura. Se o tema é bicho, eles começam a imaginar uma imagem e desenham formas mais definidas", diz Beatriz. Logo, estão dando nome aos desenhos.
                                                    Alimento estético 

A professora Rosângela leva para a sala de aula reproduções de arte de qualidade de diversas épocas e lugares. Escolhe bons artistas, valoriza os contemporâneos e dá preferência às cópias com boa definição. O material fica na caixa de imagens, guardada sobre uma bancada, ao alcance de todos e ao lado de lápis, giz, canetas hidrocor e papéis de vários formatos, tudo separado por cores. Toda semana, ela atualiza o cantinho da apreciação, um cartaz com fotos de rostos recortados de revistas e cartões- postais com obras contemporâneas e auto-retratos de artistas como Vincent van Gogh (1853-1890), Pablo Picasso e Joan Miró (1893-1983). É para lá que as crianças vão sempre que têm vontade ou sentem necessidade de buscar uma referência enquanto desenham.

                                                Arte comentada
Na roda de apreciação, aparecem descobertas individuais e coletivas sobre a arte que todos estão produzindo. Alguns dias após terem feito um desenho, as crianças da turma da professora Rosângela sentam-se em círculo para explicar o que observaram no próprio trabalho, fazer comentários sobre o desenho dos colegas e relacionar as obras com as figuras que viram na caixa de imagens. A professora dá chance a cada um deles de falar sobre sua produção, sem atribuir valor estético. Assim, todos vão construindo um repertório pictórico.
Aprimorar o desenho...
- Possibilita a expressão pela linguagem pictórica, além da oral e escrita.
- Mostra o valor da arte na vida e na sociedade.
- Evita o empobrecimento gráfico e a produção de trabalhos estereotipados.

Quer saber mais?

 Fonte: www.revistaescola.abril.com.br
 
BIBLIOGRAFIA
Arte na Sala de Aula - Cadernos da Escola da Vila 1, Zélia Cavalcanti, 80 págs., Ed. Artmed, tel. 0800-703-3444, 30 reais
Para Gostar de Aprender Arte - Sala de Aula e Formação de Professores, Rosa Iavelberg, 128 págs., Ed.
Artmed, 34 reais